Satellite – Wickbold Light

19 11 2009





Satellite – Gatorade Cool Blue

15 06 2009





Satellite – A Mulher na Janela (Filme do Minuto)

15 06 2009





Satellite – Polícia

15 06 2009





Marketing Viral (Viralização)

21 05 2009

O marketing viral, ou buzz marketing, possui um conceito mais amplo e que extrapola mídias off ou on-line, segundo Artur D. Little, pode-se definir buzz marketing como “uma das novas estratégias de marketing que encoraja indivíduos da sociedade a repassar uma mensagem de marketing para outros, criando potencial para o crescimento exponencial tanto na exposição como na influência da mensagem. Como os vírus reais, tais estratégias aproveitam o fenômeno da rápida multiplicação para levar uma mensagem a milhares e até milhões de pessoas”. Isto elucida que, apesar dos neologismos pós-marqueteiros, tudo isso não passa de fofoca. Consuma (veja, leia, assista), ache bom e repasse aos outros.

 

Neste modelo onde o usuário é veículo, além das questões que tornam um conteúdo ‘viralizável’, como a relevância àquele usuário, a vontade de compartilhar o conhecimento e a questão de ser o primeiro a dar a informação, deve-se considerar uma estratégia inicial para divulgação do conteúdo àqueles que tratarão de ser o gatilho para o início da corrente de emails e mensagens instantâneas de “olha isso”. O simples fato de jogar um vídeo no You Tube de forma alguma garante que as pessoas que darão início à replicação do conteúdo o encontrem efetuando pura e simplesmente uma busca por tags na busca do You Tube (mesmo porque, o que é inusitado, não é esperado ou procurado).

As exceções são quando seu conteúdo possuir tags (e conteúdo) relacionado a sexo, mulheres, gatinhas, etc (não tem jeito, é o assunto mais procurado na humanidade, o problema é alinhar as expectativas), mas convenhamos que isto não deve ocorrer com freqüência ou quando há algum acontecimento de qualquer dicussão pública (a Jontex, por exemplo, poderia ter se aproveitado das centenas de milhares de buscas realizadas pela palavra “Cicarelli” há algum tempo atrás).

Como fazer então a “infecção inicial” caso sua intenção seja divulgar vídeos virais? Podem-se utilizar algumas ferramentas digitais convencionais, como a utilização de e-mail marketing, orkut, blogs e comunidades ou de ações pouco convencionais, próprias do buzz marketing. Na primeira abordagem, vale a regra de que não adianta falar que você mesmo é legal, as pessoas é que têm que dizer isso de você, então não se divulga ação viral na newsletter semanal/mensal da empresa, não se divulga ações virais no site corporativo e muito menos anunciando “veja o novo vídeo viral da…”. Isto vale para qualquer um dos veículos acima.

No caso de e-mail marketing, a abordagem deve ser feita de forma inusitada, com sender e subject relacionados à ação e não utilizar, por exemplo:

 ”FROM: Nestlé | SUBJECT: Veja a novidade que preparamos para você”. A Reckitt-Benckiser conseguiu sextuplicar os acessos a um site promocional, acessado de forma discreta a partir de outro hotsite (viral), usando o conjunto “Conversa de Banheiro | Proibido para homens, o que as mulheres falam no banheiro”.

A taxa de abertura seguiu os padrões conseguidos em ações de e-mail marketing, porém a taxa de cliques na mensagem foi bem superior à média de mercado, isto porque foi gerada uma curiosidade em cima do que poderia vir a ser aquilo. É claro que sempre existirá o risco de que esta mensagem seja considerada spam pelo próprio usuário ou direcionada para as pastas de lixo eletrônico.

Para comunidades no orkut (e demais fóruns) utilizar os perfis e pessoas relacionadas ao projeto (da agência/empresa que o fez) ajuda na credibilidade do link, porém pode deixar mais claro se tratar de uma ação publicitária (embora, no final das contas, boa parte dos virais deixem isto claro). Algumas empresas criam perfis falsos para espalhar mensagens em comunidades relacionadas ao assunto do vídeo; a identificação de perfis falsos por parte dos demais usuários, entretanto atinge a credibilidade da mensagem, reduzindo seu impacto.





SEM (Search Engine Marketing)

21 05 2009

SEM, ou Search Engine Marketing, é um conjunto de técnicas de Marketing na Internet que tem por objetivo a promoção de um website nas páginas de resultado (SERPs) de um buscador (ex. Google, Yahoo, MSN, etc…).

Basicamente, o SEM é dividido em duas categorias:

  • SEO, ou Search Engine Optimization, que visa a otimização de palavras-chave, de conteúdo, de links, fatores on e off page, otimização para redes sociais, organização da arquitetura do site, melhores práticas para uso de Javascript e Flash, onde até a usabilidade é um fator para otimização nas páginas de resultado (SERPs) dos buscadores . Posso dizer que o SEO é o carro chefe do SEM, representando um ganho de médio-longo prazo para o aumento de tráfego no site.
  • Links pagos, que podem ser de links patrocinados (como o sistema do Google, o Adwords) ou ainda inclusão paga. A área de links pagos é interessante por oferecer um modelo chamado PPC (Pay per click), ou seja, você paga proporcionalmente à quantidade de cliques que você recebe. Já na área de inclusão paga, o webmaster paga pela exibição do link do seu site, seja em um diretório ou em um site relacionado ao assunto. Comparado ao SEO, podemos ver a área de Links pagos, como um ganho de curto-médio prazo, sendo que ele fica praticamente estagnado em ganhos depois de muito tempo.

Busca Orgânica e Links Patrocinados

Uma SERP é composta por 2 (dois) conjuntos de resultados quando uma pesquisa é feita: os resultados de busca orgânica e os resultados pagos, os links patrocinados. Não é possível pagar ao Google para listar um site entre os resultados da busca orgânica, ao contrário dos links patrocinados, onde diversos sites concorrem pagando ao Google para aparecer:

Busca Orgânica e Links Patrocinados

Busca Orgânica e Links Patrocinados





SEO (Search Engine Optimization)

21 05 2009

O significado de SEO é Search Engine Optimization. Em português ele é conhecido como Otimização de Sites, MOB e Otimização para Buscas. O SEO nada mais é do que a otimização de uma página (ou até do site inteiro) para ser melhor compreendido pelas ferramentas de busca.

A conseqüência da utilização das técnicas de SEO é o melhor posicionamento de um site em uma página de resultados de uma busca. Por exemplo, ao pesquisar no Google por “Marketing de Busca”, o primeiro resultado é este site. O SEO é uma prática sem garantias, ou seja, nenhuma empresa ou pessoa pode garantir que seu site fique em primeiro em uma busca, pois o único capaz disto seria o próprio site de busca como o Google ou o Yahoo.

O SEO surgiu com a nova geração de sites de busca. Antes dela, a organização do links em uma páginas de resultado era alfabética como nos diretórios web. Na nova geração de ferramentas de busca, o posicionamento passou a depender da relevância. Esta relevância é definida por algoritmos, que são cálculos que servem para definir o quanto uma página é importante. Um dos mais conhecidos algoritmos de busca é o Google PageRank.

Os fatores que influenciam o posicionamento das páginas são guardado a sete chaves pelos site de busca. Porém, ao longo do tempo, foi possível identificar as melhores práticas que se resumem em empregar o bom senso na criação e estruturação de um site. O SEO também depende da palavra-chave que é o termo que você usa em um busca. Dependendo de quais palavras você utiliza, serão retornadas páginas diferentes em posições diferentes.

O SEO pode ser dividido em duas partes. Fatores internos e fatores externos. Os internos são relacionados ao site. Alguns exemplos são urls claras, utilização dos padrões web, títulos de página racionais e a correta utilização das tags html que é linguagem utilizada para construir páginas web. Já a parte externa analisa como os outros sites se relacionam com o site. Os exemplos são quantidade de links apontando para o site, quais sites apontam o site e o conteúdo do link apontado. Dependendo destes fatores, as páginas são pontuadas pelos sites de busca para que ele possa determinar a relevância da pagina e quais as palavras-chave relacionadas a ela. O Google utiliza um sistema de pontuação de 0 a 10 que é o PageRank.

Existe também o lado negro do SEO conhecido como Black Hat Seo. Nele, são utilizadas técnicas que tentam enganar os algoritmos das ferramentas de busca para melhorar o posicionamento da página como uso de texto invisível ou de exibir conteúdo diferente para pessoas e sites de busca. Quando descobertos, os sites de busca podem punir os sites que utilizam estas práticas diminuindo a importância do site ou chegando a excluí-lo da sua busca.

Não se deve confundir o SEO com links patrocinados, pois no segundo você pode pagar para ter a garantia de ficar na frente de outros resultados, podendo ficar até em primeiro se estiver disposto a pagar o preço.





Dell – “Memória em Dobro”.

13 05 2009

Os banners acima são referentes a Campanha da Dell, com o slogan “Memória em Dobro”.

A Campanha destina-se a homens, de 25 a 35 anos de classes A, B e C.
A Campanha visa trabalhar com clareza o fato de a memória estar em dobro, ressaltando imagens duplicadas do computador e enfatizando a rapidez e velocidade.
O contador do PC Dell no primeiro banner tem animação de números rápidos, enquanto o computador da esquerda mostra a ampulheta demorada e desagradável. Com esta imagem, fica a pergunta para o internauta refletir como deve ser um computador.





Satellite – Revolução Digital

13 05 2009





Satellite – Formatos de Publicidade

13 05 2009